Modelos de implantação de ERP: do local para a nuvem

O MRP permaneceu como padrão de fabricação até o desenvolvimento do planejamento de recursos de fabricação (chamado MRP II) em 1983. O MRP II apresentava “módulos” como um componente-chave da arquitetura de software e integrava componentes essenciais de fabricação, incluindo compras, listas de materiais, programação e gerenciamento de contratos. Pela primeira vez, diferentes tarefas de fabricação foram integradas em um sistema comum. O MRP II também forneceu uma visão convincente de como as organizações poderiam aproveitar o software para compartilhar e integrar dados corporativos e aumentar a eficiência operacional com melhor planejamento de produção, estoque reduzido e menos desperdício (sucata). À medida que a tecnologia da computação evoluiu nas décadas de 1970 e 1980, conceitos semelhantes ao MRP II foram desenvolvidos para lidar com atividades de negócios além da fabricação, incorporando finanças, gerenciamento de relacionamento com o cliente e dados de recursos humanos. Em 1990, os analistas de tecnologia tinham um nome para essa nova categoria de software de gestão empresarial: planejamento de recursos corporativos.

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O passado do ERP: da década de 1990 ao novo milênio. Da década de 1990 até o início do século XXI, a adoção de ERP cresceu rapidamente . Ao mesmo tempo, os custos de implementação de um sistema ERP começaram a aumentar. O hardware necessário para executar o software normalmente ficava nas instalações da empresa, com máquinas grandes em uma sala de servidores. Tanto o hardware quanto as licenças de software exigiam investimentos de capital e depreciavam ao longo de 5 a 10 anos. Além disso, as organizações quase sempre queriam personalizar seus sistemas ERP para atender às suas necessidades específicas, o que acarretava despesas adicionais com consultores de software e treinamento.

Enquanto isso, a tecnologia de ERP evoluía para abraçar a internet, com novos recursos e funcionalidades, como análises incorporadas. Com o passar do tempo, muitas organizações descobriram que seus sistemas de ERP locais não conseguiam acompanhar as demandas modernas de segurança ou tecnologias emergentes, como smartphones.